Avaliar personalidade para gerar valor ao negócio

Compreender o que faz as pessoas tick, o modo como são susceptíveis de se comportar e quais as características pessoais que trazem para o desempenho de uma função, vai ajudá-lo a tomar decisões informadas ao nível da selecção, da promoção e do desenvolvimento de RH.

A avaliação de personalidade – por intermédio da nossa gama (de questionários) Shapes – oferece justamente esse insight, tendo verdadeiro impacto no seu negócio.

Com o questionário de personalidade Shapes, a cut-e avalia precisamente dimensões de personalidade que são vitais para garantir a qualidade das suas decisões de HR.

O valor da avaliação de personalidade

Muitas avaliações de personalidade são baseadas em competências – e determinar quais as competências necessárias para uma função específica permite-lhe concentrar-se nelas durante o Assessment. Mais, identificar e avaliar tais competências resulta em ganhos reais para o seu negócio:

O entendimento da personalidade de um indivíduo ajuda-o a:

  • identificar os melhores candidatos para uma função
  • prever a sua performance
  • avaliar modos de tomada de decisão, de gestão do stress e de interacção com os outros
  • identificar áreas de desenvolvimento e de formação
  • compreender quais os traços de personalidade essenciais para cada função
  • ter em conta a interacção no seio de uma equipa

É evidente que algumas características de "personalidade", como a criatividade e integridade, exigem uma avaliação mais aprofundada, pelo que a cut-e desenvolveu também ferramentas específicas para essas áreas.

A Dell faz avaliações de personalidade e dos seus impactos na linha de fundo

A Dell identificou os candidatos passíveis de gerar mais de 35% de receita e 42% de lucros, avaliando competências-chave.

A Harveys Furniture recorre a avaliações de personalidade para aumentar as suas receitas

A Harveys Furniture usou o Shapes bem como teste de julgamento situacional e identificou os candidatos que poderiam trazer mais14% de receita.

 

 

Conceito

O shapesé um sistema de questionários adaptativos baseados em competências, que  oferece uma avaliação detalhada e eficiente das competências de uma pessoa na qualidade de gestor, empresário e especialista.

O shapesrecorre à tecnologia adalloc™ desenvolvida pela cut-e. Esta tecnologia permitea obtenção de perfis de competências altamente diferenciados com provas que têm umcurto tempo de administração.

O shapesé um questionário adaptativo, que tem por base um modelo de 18 competências.A combinação dos atributos de personalidade torna possível retirar conclusões sobre ascompetências das pessoas, permitindo a formulação de afirmações relativas às competênciaspotenciais do candidato, mesmo que o último não tenha tido ainda oportunidade de mostrar o comportamento associado à competência específica (p.e.candidatos a estágios).

Versões para Populações Específicas

  • shapes basic
    Optimizado para administrativos e estagiários; 15 escalas com 6 ítens cada; não mede qualquer tipo de comportamento/potencial de gestão; não requer um grau universitário.
  • shapes graduate
    Optimizado para recém-licenciados; 18 escalas com 6 ítens cada; não é mandatória experiência em gestão.
  • shapes sales
    Optimizado para funções comerciais e de contacto directo com cliente; 24 escalas com 6 ítens cada; não é mandatória uma graduação superior.
  • shapes expert
    Optimizado para especialistas sem responsabilidade de gestão e/ou funções de venda; 18 escalas com 8 ítens cada.
  • shapes management
    Mede especificamente o comportamento/potencial de gestão; 18 escalas com 8 ítens cada; apropriado para funções de gestão, incluindo funções de middle e senior management.
  • shapes executive
    Optimizado para funções de gestão de topo; 24 escalas com 8 ítens cada.

Pergunte ao especialista: a lealdade é previsível?

Por vezes perguntam-nos se é possível prever a lealdade de um colaborador? A nossa resposta é:

Nós não acreditamos que a lealdade seja uma característica intrínseca, isto é, uma qualidade detida ou não pelos indivíduos. Ao invés, entendemos que, a lealdade resulta de uma combinação complexa de factores: disposição, valores individuais, situações e contextos. Assim, a cut-e desenvolveu a ferramenta squares para avaliar o tipo de situações em que os indivíduos podem apresentar uma performance contraproducente/negativa, incluindo comportamentos desleais. Estas informações permitir-lhe-ão perspectivar em que contextos situações os seus colaboradores poderão actuar de modo leal – ou desleal.

As evidências sugerem que, a lealdade é instável e que o ambiente que rodeia os indivíduos constitui factor-chave para a sua lealdade. Se os colaboradores não tiverem qualquer razão para roubar um lápis, se forem razoavelmente remunerados e se estiverem satisfeitos, não serão desleais – pois não terão qualquer motivo para exibir um comportamento inconveniente. Um exemplo da natureza instável e contextual da lealdade: imaginemos uma organização onde tudo parece correr bem, mas que tem práticas moralmente erradas,  ignorando deliberadamente a corrupção ou tendo atitudes inconvenientes com outras empresas e pessoas, entre outras.

Existem inúmeros casos de informadores que antes tinham sido colaboradores leais e bem remunerados, que não roubavam e eram felizes no trabalho. Estes exemplos estão relacionados com a integridade dos indivíduos. Integridade que pode ser avaliada com o squares da cut-e, obtendo-se assim um melhor entendimento do comportamento das pessoas em determinadas situações.

Podemos intepretar o excesso de confiança erradamente, como uma competência?

Neste artigo, Espen Skorstad, Managing Director da cut-e Noruega, explora os efeitos decorrentes de interpretar - erroneamente - excesso de confiança como uma competência, assim como contribui para explicar que mais homens do que mulheres ocupem posições de liderança. Skorstad oferece igualmente algumas pistas para que as empresas possam adquirir os conhecimentos necessários para a selecção das pessoas certas para a função certa.

Negligenciar o introvertido e perder

Ouvir os silenciosos: neste artigo analisamos como as organizações podem perder e ignorar os benefícios reais, ao negligenciarem as personalidades mais introvertidas da sua força de trabalho.

 

Leituras de Referência

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